sexta-feira, 10 de outubro de 2003

Pedroso (três respostas)

O Liberdade de Expressão acha que o juiz Teixeira pode continuar na Lourinhã porque só está autorizado a tomar decisões urgentes no processo da Casa Pia.
E não acham isto estranho? É que no processo Casa Pia tudo é urgente. É preciso não esquecer que alguns arguidos estão em prisão preventiva porque o juiz temia que continuassem a violar crianças ou destruíssem provas. Mas, então, e os outros nomes de que se fala (diz-se que são 80...) podem continuar cá fora a fazer tudo isso?
O Jaquinzinhos acha que o juiz só terá errado se o Pedroso for inocente. Errado, meu caro. O juiz já errou, reiteradamente. Quem o diz não sou eu, é o Tribunal Constitucional e a Relação.
O Comprometido Espectador nota «animosidade» e «hostilidade» da minha parte. Pretendia, apenas, ser veemente. Se resvalei, penitencio-me. E, juro, nada tem a ver com citações ou não citações - estou-me nas tintas para quem linka ou deixa de linkar. Tenho na minha coluna, aqui ao lado, gente que me ignora e que eu leio todo os dias... No problem. Acho é alguma graça aos blogues que se regozijam por concordarem todos uns com os outros. Enfim, quem tem tido a paciência de me espreitar de vez em quando, já sabe que me dá gozo o contrário
Na mesma linha, encanito-me com frases pedantes do género «não acreditem nos media nacionais, leiam o Sullivan». Mas, reconheço, cada qual é livre de escolher a sua verdade.
Quanto ao fundo da questão, o processo Casa Pia, dispenso-me de repetir o que tenho escrito neste local. Aqui, ou aqui, por exemplo.
Só lamento o Brel. Fica para outra oportunidade. Como o Espectador já deve ter percebido, não sou de rancores. Discuto tudo com toda a gente. Sou um chato, em suma.